A Espada do Dragão

Nerdcore para as massas

Superman All Stars – A animação

Acabo de assitir a animação baseada na possível melhor HQ do Super-Homem já feita, Superman All Stars (Grandes Astros – Superman), escrita por Grant Morrison. Pra você que está por fora, a série em 12 edições mostra uma visão alternativa da mitologia do Super-Homem, tocando em temas recorrentes nessa mitologia, como a adoção consciente da condição humana pelo forasteiro Kal El, a perspectiva de um ser que está acima da humanidade e ao ínves de se aproveitar disso resolve ajudar e servir de inspiração e exemplo, o conflito com a humanidade inferiorizada diante a sua presença, aqui representada por Lex Luthor, o papel de Lois Lane nesse elo com a humanidade, entre outras.

Se você está acostumado ( e talvez nem goste) com a idéia de um (não do) super homem, melhor em tudo do que um homem normal, prepare-se para se deparar aqui com um hiper homem, um semideus capaz de quase tudo e que mesmo assim prefere e se preocupa mais com os outros do que consigo.

A animação é soberba e respeita bastante o traço de Frank Quitely. O roteiro também e bastante fiél, excetuando as compreensíveis porém sentidas omissões em relação aos quadrinhos. Recomendo fortemente não ficar somente em uma das versões. Quanto a ordem, se primeiro os quadrinhos ou a animação, puramente por cronologia eu recomendaria ler os quadrinhos primeiro. Porém, se você assistiu a animação primeiro, terá gratas surpresas com a gama de detalhes a mais que encontrará nos quadrinhos.

Superman – All Stars vem reforçar a extensa lista de longas originais que a DC e a Marvel vem trazendo para os fãs, e creio que seja um dos mais imperdivéis entre esses títulos.  Vamos torcer para que continuem assim e que outras editoras também façam adaptações tão boas quanto essa (na torcida por um bom longa de Spawn ou Wildcats…) Assista assim que possível.

PS – Sim, eu assisti na Net. Mas comprarei o DVD ou Blu-Ray assim que possível…

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fevereiro 21, 2011 Posted by | 9ª Arte e Congêneres, AnimaMundo, Cinemateca Nerd, Filmes, Reviews | 2 Comentários

Watchmen – o Filme

Sei que estou devendo uma dezena de filmes do “3 Filmes por Semana”, mas vou pagar em breve, sei exatamente quantos devo, e são muitos.

Mas hoje eu vim falar sobre Watchmen, seja pra ser mais uma resenha perdida na Net, seja pra reforçar a gama de opiniões que estão pipocando por aí.

Pra que você não precise ler até lá no final em suspense, digo logo: o filme é bom, muito bom. Nem preciso me estender naquele papo que o cinema e os quadrinhos são mídias diferentes, que concessões tem que ser feitas, mas é isso. Foi uma adaptação muito bem feita e muito dos temores dos fãs (fãs de quadrinhos normais, não fãs xiitas, que esses vão odiar) não se confirmaram. e eu acho imprescindível que você leia a HQ, seja antes ou depois de ver o filme.

De um modo geral está tudo lá, mesmo que em menos de três horas. A ambientação está muito fiel, e a fotografia ajudou bastante. As roupas modernizadas, ao final, se mostraram um problema muito menor do que pareciam. Alguns pontos da história tiveram que ser retirados ou adaptados pra que a compreensão ficasse mais fácil, mas nada muito medonho. Apesar que, tive a sensação em um ou dois pontos que a retirada de certas passagens ou citações contribuíram mais para a não-compreensão da mensagem da obra do que o contrário. é o caso da controversa cena entre o Comediante e a primeira Espectral, logo após a reunião dos Minutemen. A exclusão de uma frase da personagem ali retirou muita informação sobre a cena e sua importância na trama.

Os personagens estão muito bem caracterizados, com destaque para o Coruja e o Rorschach. No entanto, alguns dos cortes acabaram deixando personagens bem mais rasos do que são, e os principais afetados foram o dr. Manhatan e a Espectral. O resumo monstro do monologo do primeiro em marte, junto a seu flashback que também foi deverás sintetizado faz com que a personagem seja muito menos entendida do que deveria. e as relações conturbadas da Espectral, seja com sua mãe, com o Dr. Manhatan, com o Coruja e até com o Comediante passam quase despercebidas, apagando a personagem.

E dando ainda mais destaque ao velho Rorschach, magistralmente caracterizado, mesmo que também tenha sofrido com certas concessões, como na sua origem ou na sua relação com o psiquiatra da prisão.

Ozymandias eu já não achava tão interessante na HQ, e acabou ficando menos ainda no filme.

E eu queria não cair no cliche de falar da beleza e sensualidade da Espectral, mas Malin Akerman em látex fará parte de meus devaneios nerds eternamente à partir de agora…

A necessidade de fazer um filme de super-heróis nos apresenta a algumas cenas de luta forçadas e desnecessárias. Dentre estas, so mesmo a luta de Espectral e Coruja contra a gangue dos coques se destaca.

A trilha sonora me agradou bastante, com música remetendo a época em que o filme acontece. Só achei “Hallelujah” desnecessária, além de uma tremenda sacanagem com o camarada Coruja.

E o famigerado final diferente, apesar de ficar muito aquém do final das HQ’S, funcionou bem para a tela. Apesar de que, se você começar a pensar demais nele, vai acabar achando que não foi uma solução tão inteligente assim, que provavelmente tem muito mais possibilidades de voltar ao ponto inicial do que o final verdadeiro. Mas se você parar mesmo pra pensar, sabe que poderia ter sido bem pior.

Tudo isso faz de Watchmen, uma das mais difíceis adaptações de quadrinhos pra cinema que poderiam existir, uma das melhores. Quem diria.

Se você quer ler sobre o jogo dos Watchmen, que fará Alan Moore ter comichão na barba, clique aqui.

março 8, 2009 Posted by | 9ª Arte e Congêneres, Cinemateca Nerd, Filmes, Reviews | | 4 Comentários

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal

Após longos meses sem ir a um cinema, verdadeiro martírio para um bom nerd, consegui me apertar um pouquinho para ver o quarto filme do velho Indy, e saber o que o tio Spielberg tinha aprontado para nós, e não me decepcionei. O testo abaixo pode conter algum spoiler leve, mas tentarei ser o mínimo revelador possível. Se tem uma dica que eu posso dar antes de você assistir Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, esta dica é, assista pelo menos o primeiro filme antes, e se possível a trilogia. Mesmo após longos dezenove anos, tio Spielberg lembrou de espalhar muitas referências por esse quarto capítulo.

Aposto que muitas pessoas vão sair da sala de cinema achando que o filme foi exagerado, e foi mesmo. Na minha opinião esse filme foi tudo o que Spielberg sempre quis fazer mas os efeitos especiais da época não deixavam… Mas ele é a síntese de um Indiana Jones: Vilões interessantes e carismáticos, templos cheios de armadilha, cenas engraçadas e surreais, cobras e chicotes.

A bola da vez são as caveiras de cristal, que realmente existem no mundo, e o que da aquele tom de verossimilhança ao roteiro (ah tá!), e teriam ligações obvias com fenômenos que eu deixarei que você veja, pra evitar um possível spoiler que você já deve saber.

A introdução do seu mais novo heroi , Mutt Jones ( esperem por Mutt Jones e a Arca de Noé, ou coisa parecida… ) é boa, e o rapazinho Shia LaBeouf se saiu bem melhor aqui do que em Transformers (aquela bomba), e pode até segurar a franquia por mais alguns filmes, visto que Harrison Ford sempre pode fazer o papel de um Indiana aposentado, servindo de tutor e apoio ao mais novo arqueólogo-ninja. Ele não tem chapéu, mas tem seu próprio trejeito. Ele não tem chicote, mas tem sua própria arma preferida (não, não é a faca). Ele não é “Indiana”, mas é um Jones. Quem sabe funcione. Aposto três dinares.

As mulheres do filme foram duas escolhas acertadas. Uma é uma vilã que você espera que dure até o fim do filme, pois o arquétipo dela é muito interessante e convincente. A outra é uma velha conhecida, e , das Indy Girls, é a minha preferida. A que tem mais sinergia com o herói. Tanto que… deixa pra lá.

Junte a isso ação frenética, auxiliada por terabytes de efeitos especiais, locações variadas, incluindo o Brasil (aliás, Hulk também está vindo por aqui, em breve), muitas piadinhas e um Indy que, embora 19 anos envelhecido (ainda bem que respeitaram isso!) ainda consegue dar muita pirueta e chicotada, temos um filme que faz juz a franquia e pode fechar com chave de ouro a fase Indy da franquia…

…por que Mutt Jones vem aí!

maio 22, 2008 Posted by | Cinemateca Nerd, DUPPERLINKS!, Filmes, Nerdcore, Reviews | , | Deixe um comentário

Filmes Infantis = Filmes Imbecis?

O maior problema para quem faz produtos voltados para crianças, sejam filmes, músicas, livros ou desenhos, é subestimar a inteligência infantil. Musicas repetitivas e ruins são repassadas as crianças que preferem o apelo fácil de um “Creu” ou coisa que o valha, visto que as músicas a elas destinadas não são atraentes. Multidões de crianças reféns de Harry Potter[bb], visto que não lhes restam maiores opções. Dezenas de desenhos como o novo Pica-Pau ou Bratz para cada Padrinhos Mágicos[bb] ou Avatar[bb]. E os filmes? Filmes semi-retardados infestam as prateleiras das lojas e as sessões da tarde, todos querendo lobotomizar os enfants… Mostrarei abaixo exemplos de como um produto voltado para crianças pode ser divertido, educativo, sem menosprezar o intelecto da petizada… pratos cheios para um nerd em formação:

Os Goonies[bb]

Clássico supremo e absoluto. Fala de amizade, fala de superação, fala sobre a diversidade e o preconceito, por menos que você note isso. E ainda é uma declaração àquela fase onde você não é nem criança, nem adolescente. Uma fase confusa que é muito melhor assimilada com a ajuda de um amigo que mexe a orelha, um tesouro pirata e muito chocolate.

Babe – Um porquinho atrapalhado

Temos vários exemplos de filmes com animais: As aventuras (?) de Chatram, A incrível Jornada 1, 2 e 3, Stuart Little, Um Ratinho Encrenqueiro, e poucas são as que se salvam. Dentre esses últimas (os que se salvam) , tenho que colocar Babe, e sei que muitos vão discordar de mim. Porém eu acho Babe um dos exemplos mais honestos de uma fábula que funciona: O protagonista é esperançoso sem ser ridículo, e terno naturalmente, sem aquela ternura forçada. As piadas são amenas , a história é simples, contada como um livro, e os valores básicos estão lá, porém não são esfregados na sua cara. O filme é todo assim, suave, agradável. Babe é um filme igual a Curtindo a Vida Adoidado. Sempre que passa, eu assisto. Se você sempre teve preconceito, de uma chance. Pena que a continuação ficou totalmente aquem do predecessor.

Os Saltimbancos Trapalhões[bb]

Citei esse por ser o melhor filme dos Trapalhões de todos os tempos, mas poderia ter citado aqui O Cangaceiro Trapalhão, ou qualquer outro anterior a Os Trapalhões no Auto da Compadecida (esse incluso, claro!), antes de começarem a ser dirigidos por José Alvarenga (a maioria era dirigido por Dedé) e também antes de serem abalados pela fissão que atingiu o grupo posteriormente. O humor anárquico , incorreto e mambembe dos Trapalhões[bb] , conseguia ser puro e malicioso ao mesmo tempo, agradando crianças e adultos, e a química entre os quatro estereótipos totalmente diferentes, além de ser genuinamente nacional e voltada a nossa realidade, contrariava todas as expectativas e dava mais do que certo.

PS – Gostei desse post para a infância. Devo fazer mais alguns, sobre livros, músicas e desenhos, e também sobre as melhores coisas que os nerdzinhos tem hoje. Afinal, nerd se cria desde pequeno. O que vocês acham?

maio 12, 2008 Posted by | Bem Humor, Cinemateca Nerd, Filmes, Internet, Matérias, Multi-Mídias, Nerdcore, Reviews | | 1 Comentário

SHORYUKEN ! HADOUKEN ! STREET FIGHTER IV já é realidade !

Oh mai faquingui god of war! Saiu o trailler mais esperado pelos amantes de jogos de luta:

Breve análise Noob:

( Atenção. Todos os links desse texto são anúncios. Não cliquem se estiverm quebrados!)

O que foi mostrado até agora me agradou muito. O gráfico está soberbo, a transição 2D-3D do cenário da Chun-Li foi perfeita, com destaque para a vida e os detalhes. Senti falta de uma interação maior dos transeuntes, não diretamente na luta, mas pelo menos na vibração e torcida.

Os lutadores estão lindos gatos fofuchos muito bem modelados, e o estilo adotado foi uma ótima escolha. Os bonecos personagens ficaram gigantes, e isso é bom! Aguardo ansioso para ver Chun Li e as garotas da série ( Elena… Ibuki… Cammy… Mika… ) e os personagens velhos e novos. Dhalsim foi anunciado!. As expressões de dor ao receber os golpes, bem como as expressões em geral estão uma beleza. Essa mistura de realista com caricato ficou muito legal. Roupas reagem as ações dos personagems, balançando nos especiais, por exemplo.

Falando em especiais, os efeitos dramáticos na execução dos mesmos estão muito bonitos. Todos esperavam aquela manchação de tinta a la OKAMI[bb] do primeiro trailler, mas essa solução também ficou ótima.

Sou um button smasher, o que já desqualifica um pouco esse meu mini review, raramente me disponho a estudar as mecânicas de um game de luta, até por que quando o faço ( Soul Calibur 3[bb], Virtua Fighter[bb] 4 e King of Fighter XI, e tentando Samurai Tenkaichi agora ) eu acabo esquecendo o que aprendi quando largo o game, então não vou tentar entrar em um campo que não domino.

Para as viúvas de sprite, que esperavam um Street Fighter 4 ao estilo Guilty Gear[bb] com Sprites de Alta Resolução, só digo que eu também esperava, porém fiquei mais que satisfeito com essa solução. Pensem em KoF Millenium Impact , Samurai Showdown Warriors Rage ou no próprio Street Fighter Ex e vocês entenderam do que eu estou falando. O único problema é que, se for pra frente, esse jogo assassinará qualquer nova incursão da série principal de Street Fighter em 2D… pena. Quem sabe um Street Fighter Alpha[bb] 4? (Cara, ia ser demais… Spritezões!)

Para concluir, a melhor qualidade e pior defeito do que foi visto até agora são a mesma coisa: O jogo está muito, muito, muitissímo fiel a Street Fighter II[bb]. O que os fãs temiam não aconteceu: que na transição para 3D abandonassem a essência da série. O que os fãs queriam aconteceu: Que, já que era pra ser em 3D, que fosse um falso 3D (2,5D, como Donkey Kong[bb]) . Então onde está a insatisfação? Exatamente nisso. Parece que não se ousou nada, não se tentou nada novo… Ficaram com medo dos fãs? Tudo está lindo, tudo está perfeito, Street Fighter 2 está intocado… mas, peraí, não é o 4? Ah, e parece que vão ignorar qualquer implementação surgida em Street Fighter 3[bb] nesse daí. Nostalgia extrema.

Lembrando que Kristin Kreuk, A Lana Lang do seriado SmallVile[bb] está quase certa para ser a Chun Li no novo filme de Street Fighter. Para quem acha que a moça não tem coxa suficiente pra isso, segue um calaboca.(Lembrando que a primeira atriz cotada, Jessica Biel[bb], apesar de gostosa, é loira e americana. Kristin pelo menos tem um que de oriental…) :

Lana Lang é Kristin Kreuk. Tremenda gostosa.

dezembro 29, 2007 Posted by | Geek, Matérias, Nerdcore, Reviews, Vídeos, Videogame | , , , , | 5 Comentários

Diário da Next Gen – O Grande Winnez, Champs !

GANHAMOS!

Digo ganhamos tamanho foi o apoio do pessoal ao meu vídeo, mesmo com os probleminhas que ele teve. E também tenho que agradecer ao BruceCorp (sonoplastia de Winamp), Furmiga ( Camera Man da TecPix ) e Krycov (contra-regra, contra tudo e contra todos ) que me ajudaram na hora de fazer o vídeo. Seguem alguns dos melhores comentários nos vários lugares onde postei o vídeo, e onde pode se entender por que de alguns erros e da minha insistência em pronunciar abrasileiradamente os termos em inglês :

YOUTUBE

daniloivens: Quanto tempo da tua vida tu perdeu pra fazer isso? E sem contar o caderno desperdiçado! Putz!

limpingsnake: Tu é um monstro! Merecia levar a next gen inteira pra casa! Mostra isso pros teus netos

redfork666: Nossa, cumulo da nerdisse!!! Nao no sentido pejorativo, mas porra, que dedicação aos games!
Bom vídeo

FÓRUM DS MANIAC

Marcio Bros: Cara… F.O.D.A.S.T.I.C.O!!!! Realmente , muito bom mesmo!! O.Oe se vc não ganhar esta tal promoção.., me avise que eu e uns manos vamu quebrar tudo lá na EGM.. shuahuahuahuahua, mas sério mesmo!! tu tá de parabéns cara…coisa de Publicitário.E QUE VENHAM OS PRÓXIMOS!!!

S@crificad0: vc conseguiu ser abrangente e criativo no seu texto, só faltou ensaiar um pouco e corrigir uns errinhos de português, que, propositais ou não, empobrecem o texto um pouco. De qualquer maneira eu adorei. meus parabéns!

FÓRUM FINALBOSS

Malavasi: MUITO FODA Ryu, vc merece ganhar com certeza.Não é pq vc é lindo e parece o Brad Pitt não tá?

Samuca: ESSE VIDEO FOI TRAZIDO!E não trago.
Ryu, tá muito bom mesmo, mas tenho algumas sugestões.
– consiga um tripé emprestado ou apoie a câmera em algum lugar, tá muito tremido.
– faça um enquadramento legal
– tente não gaguejar
– corrija os erros de português

DareDevil: A verdade foi dita nesse post. Proposital ou não, a pronuncia das palavras deu um tom mais trash e muito mais engraçado ao vídeo(em conjunto com o guia feito num caderno).

Otacon: Xis boks, wiimôte e telmaike.Ryu, ficou foda, mas muito foda. Se vc não ganhar mando umas centenas de e-mails pra EGM. Só a parte do PC que foi esquisita, porque vc citou umas paradas que não são necessarias pra rodar um jogo e não falou do principal que é o processador e a placa de video, mas muito pequeno detalhe.

FÓRUM OUTERSPACE:

Maiscredoo: criativo, nota 10 pro cara e pros desenhos dele, ficou show
mas….takeopario, ingles do cara me doí os timpanos!…puta merda, odeio ouvir um “xis bocs”, “uimóte”…ainda bem q ele cortou na metade o “thermatectoughpower” ou coisa assim q era o nome da fonte…hehehe. no mais, ta joia, acho q ganha o concurso viu, parabens

Eldward Elric: muito bom… não a como não gostar desse video.

The Wicker Man: Huahuahuahua, muito legal, concorrente forte ao prêmio. Só não gostei de uma coisa….”Xis-Boquis” e “wimóte” pegou mal hein…..mas não pega nada…ficou bacana e divertido. Imagino o trabalho q vc teve pra montar tudo…

Agora é correr pro abraço! e vem novidades aí, esse vídeo mostrou que a(s) séries que eu estava planejando tem tudo pra dar certo, por favor continuem ligados!

dezembro 21, 2007 Posted by | AnimaMundo, Bem Humor, Filmes, Geek, Nerdcore, Reviews, Vídeos, Videogame | , , , , , , , , , , | 2 Comentários

Vídeo Games Live 2007 Brasília – DF

Segue um pequeno review sobre o mega maravilhoso hyper duper fodônico evento Vídeo Games Live Brasil. Como eu não me lembrava direito da ordem dos acontecimentos, me bassei em um outro review (link abaixo) e mesmo assim algumas coisas podem estar fora de ordem. Mas da pra ter uma idéia. As fotos aqui são minhas, do amigo LgjOni ou de algum dos links abaixo. Recomendo as ótimas fotos do CerradoMix.

 

 

O LOCAL:

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O Centro de Convenções Ulysses Guimarães se mostrou a altura de um evento do porte da VGL. O fato da Feira da Lua e de outro evento estarem acontecendo ao mesmo tempo que a VGL não foi motivo pra preocupação. Um não se misturou nem atrapalhou o outro. O saguão onde estava a lojinha improvisada (comprei camiseta antes de qualquer coisa esse ano, pra não me arrepender ) e as maquinas de Guitar Hero e os simuladores de corrida da Petrobrás (ah, as petrogirls…). Banheiros acessíveis, bebedouros, o palco de acesso fácil… muito boa escolha.

 

 

COSPLAYERS

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O pré-show consistiu no poeminha do “All Your Base Are Belong To Us” e o videozinho de fuga da Ms. Pac Man e no mini concurso de cosplay, com uma organização confusa e um apresentador mais confuso ainda, sendo pouco justo com quem ele tirava do palco. Fui (novamente, diga-se de passagem) apresentado as cosplayers de FFX(Rikku e Yuna), já conhecidas de eventos de anime no DF, mas além delas tínhamos no palco dois Marios, uma Peach, Ada Wong,o Jin do Tekken e a outra personagem de Tekken que eu não lembro o nome, mas que ostentava sua (bela) coxa tatuada.E, é claro, o Agente Ouedan, no caso, eu. Após um processo duvidoso de eliminação ficamos no palco eu e um dos Marios. Lutei com todas as forças de agente pra ficar em primeiro, não pelo prêmio, mas para vencer aquele engodo italiano. Infelizmente, a força da marca é maior, e o simbolo-mor da Nintendo foi levemente mais aclamado pelo público, onde, afinal, nem todos conheciam Ouendan. Mas foi ótimo o pessoal me apoiando, tirando fotos e dizendo que torceram por mim, alguns mesmo sem conhecer Ouedan, e tantos outros gritando Ouedan quando eu passava! Me senti um vencedor moral. Ainda tivemos os cosplays que não subiram ao palco: vários membros da Organização XIII, o Sora, do qual falaremos mais tarde,e até o Spectroman estava ali, perdido no evento.

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ATO 1

Som de Codec. A voz conhecida de Solid Snake chama Tommy Tallarico ao palco, pra dar inicio a edição 2007 da Vídeo Games Live. Como no ano passado, o medley de jogos clássicos inicia o show. A orquestra Villa Lobos se mostra competente.
Hideo Kojima aparece (no telão) para anunciar Metal Gear. Nesse ano foram incluídas cenas do Metal Gear Solid 4. A piadinha da caixa foi repetida, mas derepente Tallarico aparece no palco. Mas, se não é ele embaixo da caixa, como no ano passado, quem seria? Sim, era Martin Leung, em sua primeira aparição, com uma camisa comprada na torre de TV e cheio de penduricalhos, pra tocar as músicas do Chrono Cross. Pedido dos brasileiros e inédita em VGL’S.

Seguiu o ótimo medley de Sonic (incrível como Sonic Adventures e knucles empolgam a galera!). E o primeiro Final Fantasy da noite, “Liberi Fatali”, do oitavo game.

Prmeira diferença notada… sai God of War, entra Tron. Ótima entrada, mas péssima saída. God of War era obrigatório. Mas tudo bem. Civilization volta com sua Música etnica-clássica, e o solista se mostra competente demais. Segunda diferença notada: Sai Castlevania ( Pusque? Pusquuuuuuue? ) e entra Medal of Honor. Achei uma escolha infeliz. A música e os vídeos da guerra destoaram do clima festivo do evento. Wicked Child , drácula e um punhado de Belmonts cairiam melhor aqui.

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Na primeira promoção, um saltitante cosplay de Sora se saiu muito melhor que o marmanjo que jogou Space Invader no ano passado (e teve uma performance melhorque o concorrente da segunda promoção da noite, em breve ). Não conseguiu matar todas as naves, mas ganhou um prêmio de consolação.

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A primeira surpresa da noite foi o convite para uma banda nacional, a 8bits Instrumental, subir ao palco para tocarem os temas de “Metroid” e “Street Fighter”. E os caras não perderam a oportunidade e mandaram muitíssimo bem, principalmente no peso extra que colocavam nas músicas. Palmas merecidas para os caras. Pra fechar o primeiro ato com chave de ouro, o esperadíssimo e infalível medley de Zelda. Now Loading.

 

 

ATO 2

Beyond Good & Evil, que música legal. Fora o que a crítica baba pra esse jogo, tenho que jogar um dia. e Myst (que versão é essa? Gráficos soberbos!) e Martin Leung, agora vestido com um abadá, que fez com que sua alcunha mudasse de Pianista dos Videogames para Macumbeiro dos Videogames! Ele tocou em seguida 10 músicas de Final Fantasy, de versões variadas. Espetacular. Uma música inédita do inédito Starcraft 2 veio antes de Kingdom Hearts, com cenas Diney ao fundo, como em 2006. Podiam ter chamado o “Sorinha” ao palco.

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Neste ato tivemos promoção da Petrobrás, onde alguem do público seria escolhido pra dar uma volta no simulador, no circuito de São Paulo, em um minuto e meio. Após uma batida desastrada na reta e uma ida a caixa de grama, tivemos que presenciar quase um minuto de um F1 bebado rodando no gramado. Perdeu a chance de levar pra casa o simulador, que era uma réplica du um F1 em tamanho natural equipado com o jogo. Não foi atoa que saiu com o coral de “Rubinho” atrás dele.

World of Warcraft, que não chega nunca ao país vem impressionar com sua magnífica música acompanhada das belas animações da abertura, realmente uma das mais emplogantes.
O esperado medley de Super Mario anima a galera, sendo seguido da “serenata” que Lucas, um fã brasileiro, fez para o Martin, tocando também as músicas do Mario. E o cara mandou bem, ao contrário do que eu havia lido por aí. Claro que o Martin também tocou Mario no Show, acelerado, vendado e com direito ao sonzinho de finalização do Windows.

 

 

PIADINHAS

Aliás, um dos pontos fortes da VGL DF 2007 foi o humor. Fora as várias vezes que Tommy Tallarico dançou (a pedido de alguem, segundo ele) a “Dança do Siri” , inclusive convencendo o maestro Jack Wall a dançar com ele, e dançando no meio da “One Winged Angel” , pudemos ver o sorridente senhor simpatia Martin começar uma música de Tetris e embutir ali o Hino Nacional e a Garota de Ipanema. Só não lembro direito em que momento do show tudo aconteceu. Fora os três modelitos que ele usou, incluíndo aí o “macumbeiro” e uma camiseta da Mangueira.

 

 

GRAN FINALE

Após Halo, tendo inclusive a participação de Tommy com uma estilosa guitarra eletrica em uma música de Halo 3, Tallarico pediu que balancem os celulares , DS e PSP’S quem quisesse mais uma música. Claro que era “One Winged Angel”, a música que representa os jogos de videogame, quer você goste disso ou não. A boa surpresa foi que a versão escolhida foi a do filme Advent Chidren, pois Tallarico empunhou sua guitarra e finalizou o espetaculo com pompa. Eu que esperava ouvir a versão jogo, descobri que Tallarico toca muito bem, tem presença de palco e espírito e que as imagens da Square nem fazem tanta falta quando se sabe se conduzir um show.

Na saída infelizmente não consegui encontrar os amigos com os quais tinha marcado ou encontrado lá, pois eram quase onze da noite e a maioria teve que correr. Amigos, apesar de termos conversado pouco (ou nada), foi muito bom estar lá com vocês.

O Final da VGL foi ainda mais reconfortante pois ouvimos Tommy Tallarico bradar: “Até 2008, Brasil!”

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LINKS:

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8 Bits Instrumental

VGL

VGL Brasil

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outubro 2, 2007 Posted by | Bem Humor, Geek, Imagens, Matérias, Música, Nerdcore, Reviews, Vídeos, Videogame | 8 Comentários

Review e impressões: Caminhos do Coração

Ontem estreou a novela “Caminhos do Coração“, a primeira novela mutante do Brasil (sim, porque os poderes de Olho no Olho não eram mutantes, eram psíquicos). A Espada do Dragão como bom blog nerdcore que é assistiu e traz agora pra vocês uma sinopse opinativa, reflexiva, dessecativa e por que não dizer informativa sobre o que foi esse evento ímpar na teledramaturgia brasileira. Assisti ao referido primeiro capítulo enquanto estava em um chat no MSN, portanto margearei o texto com os comentários “çagazes” dos meus amigos e meus, que é pra não ficar muito chato.

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CAMINHOS DO CORAÇÃO – EPISÓDIO 1

A novela quer mostrar a que veio, e já tenta jogar o espectador no meio da ação. O agente federal Marcelo conversa com seu companheiro Morpheus a respeito da ação para resgatar provas contra o marginal inescrupuloso e sangue ruim Figueiroa (guarde esse nome). Em um esboço de linguagem cinematográfica, a cena e cheia ângulos estranhos e cortes rápidos.Muito rápidos.
MSN -sério, não tá passando mais de 3 segundos num plano.
O Plano pra pegar as provas é impressionante: a polícia ira chegar de helicóptero na cobertura do dito cujo (mandato de busca? Rá!), descer por uma corda, invadir, arrombar o cofre e pegar os documentos… Mas, peraí, isso não vai chamar a atenção de todo mundo? Mas você não contava com a sagacidade da Polícia Federal: eles vão explodir um carro na frente do prédio de Figueiroa, chamando a atenção de todos para que Marcelo Solid Bauer desça tranqüilamente no topo do prédio.
Corte de cena. A primeira mutante é revelada. A filha de Marcelo, que tem o incrível poder de fazer um ovo voar (pelo menos por enquanto é isso que parece!).
Voltemos a Marcelo. Após a explosão do carro, tão bem feita e tão cara que teve de ser mostrada em replay + slow motion umas 25 vezes, Marcelo invade o prédio pelo topo, não sem antes atirar certeiramente, pendurado em uma corda em um helicóptero em movimento, um dardo paralisante no pescoço do capanga que se encontrava lá em cima (Figueiroa, que aqui já nota-se um vilão maior que Magneto, tem muitos capangas genéricos, como todo bom vilão). Invade o prédio e vai direto ao cofre. Lá fora, Figueiroa avista o helicóptero e nota que algo esta errado (ou seja, se não tivessem explodido o carro e ele saído pra fora, era capaz de nem notar o helicóptero e desconfiar de nada… plano bom pra mais de metro o da Polícia!).Muitos tiroteios internos, tiroteios na cobertura, luta num guindaste de obra , capangas contra helicópteros, balas que não acabam e Figueiroa (melhor que DR. Destino) consegue render Marcelo.
MSN -ele nocauteia com chute no ombro =o
Mas, em uma “noobada” digna de Mr. Lindermam ( apesar que Figueroa é maior que Linderman) ele é rendido por Marcelo, que consegue prende-lo e sai ileso da operação, com as provas que queria contra Figueiroa (trafico de drogas… maior que Scarface).
Após mais uma demonstração telecinetica (aaaaaaaaaaaah!!!) da filha de Marcelo, é hora do Dr.Walker (Lance Henriksen, protagonista da série Millenium! Acreditem!) aparecer pela primeira vez, na capa de seu livro “Mutação” (criativo oy?) que por sua vez é a cara do livro “Activating Evolution”, que o Dr. Suresh escreveu em Heroes. Lá eles citam um jovem elétrico que apareceu no Brasil ( Blanka?!? ). Ah, eles leram, mas o livro estava em branco. Esses mutantes…
MSN-peraí, vocês tão vendo aquele x-men brasileiro, é isso ?
Novo mutante é apresentado: Um menino-lobo (ou cachorro), que tem pelos, rosna, morde e pula. ( Wolverine oy?)
MSN-o pirraloh tem mais bigode que eu!
MSN -podia ser um menino tatu
MSN -fio do capeta!

Após isso, somos apresentados a mais mutantes: a menina-anjo chega em casa reclamando que os meninos ficam chamando ela de corcunda, e que está cansada que o pai corte-lhe as asinhas (!?!). Cena muda para a clinica Transgenese, a culpada por toda a mutantada do mundo. A cientista responsável, sem saber que esta sendo ouvida por uma escuta, explica di-da-ti-ca-men-te ao público o que ela fez, como e por que… Parecia até um depoimento.
MSN-seu humano transgenico ftw!
MSN- trangenico da cancer

Aqui cabe uma ressalva:
A novela tem que ter tudo assim, bem explicadinho mesmo, por que tem um monte de dona de casa vendo… E por mais que a gente ache que é clichê, pastiche e lugar comum, tem gente que nunca viu esse tipo de coisa.Demora assimilar… Se você acha que é exagero, que é subestimar a inteligência da população, eu te digo: eu trabalho com um monte de pessoas formadas e a maioria, principalmente as mulheres, não conseguem captar nuances de filmes como Star Wars ou filmes de heroi, que nem são assim tão complexos. Pra gente é exagero a hiperexplicação em linguagem quase infantil, mas pra essas pessoas eu acredito que seja necessário.
Outro exemplo do que eu falei acima: o próximo mutante a ser apresentado consegue ler os pensamentos. Então ele faz questão de ler o pensamento de todos os personagens em cena, que não cansam de repetir: “Nossa! Você parece que LEU MEU PENSAMENTO!“. Mais explicado, impossível.
O capitulo termina mostrando dois irmãos mutantes: uma menina que tem a visão com zoom óptico x15, ela enxerga super longe e a visão dela faz ate curva. Efeito especial nos olhinhos. Ela enxerga tão longe que vê o seu irmão correndo nas montanhas. Ele é o velocista da novela (saca o Flash?). Ele aposta corrida com uma moto, e , quando esta ganhando, é atropelado por uma Scania. Se não tiver um poder de cura, não vai sobreviver pro segundo capitulo.
MSN-não sabe ultrapassar, q noob
MSN-ah, ela vai ter poder wolverinal tb

Menina Anjo ou Leneth ?


Considerações Finais:

Roteiro: Fraco, didático e cheio de furos grotescos pra quem já é escolado em quadrinhos, filmes ou videogame. Pode funcionar com o público casual. Pra quem já é acostumado, só vai achar clichês, pastiches e apropriações de idéias.
Efeitos: Objetos flutuando, olhos mudando de forma e meninos correndo nesse primeiro capitulo, além das já conhecidas explosões e tiros. Pouco melhor que Chavez, mas até aí os primeiros capítulos de Heroes também eram bem fracos.
Atuação: Hmmmmm… Fraca, em geral. Colocaram muitas crianças na novela, e elas nõ atuam bem. Mas tem alguns nomes de peso no elenco (e não estou falando da Preta Gil), vamos ver se melhora.
Música: Esquece. Musiquinhas de ação super-clichê e trilha sonora típica de novela.

Caminhos do Coração tem uma qualidade inegável: Ousa num campo pouco ou nada explorado no país. Se você não suporta novelas, eu aconselho que assista pelo menos esses primeiros capítulos, pois tudo leva a crer que após eles vai virar um novelão típico, cheio de romances meia-boca e com um ou outro poderzinho por capítulo pra fingir que mantem o foco. Eu devo assistir ainda por algum tempo pois não consigo me curar desse meu gosto mórbido pelo trash extremo. Mas não posso negar que é surpreendente ver uma emissora como a Record ousar num campo desses. Vamos ver se com a chegada de Heroes a mesma emissora force a novela a melhorar, a tornar o roteiro o mais diferente possível do seriado e traga público de um para o outro. se necessário, voltaremos ao assunto.

Última consideração: POR QUE DIABOS DAR O NOME DE CAMINHOS DO CORAÇÃO A UMA NOVELA SOBRE MUTANTES COM SUPERPODERES?

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agosto 29, 2007 Posted by | Fútilidades, Filmes, Matérias, Multi-Mídias, Nerdcore, Reviews | 18 Comentários

Games, games e mais games!

Úatarrel?

Esse é um post especial, e não será o último, pra falar de uma série de sites e blogs que eu acesso e recomendo, por N motivos. hoje falarei sobre alguns dos meus preferidos quando o assunto é videogames, com destaque para um que eu já estou devendo resenha a um bom tempo: o GameReporter.

Sob a tutela do Dolemes, o GameReporter é um blog que faz uma cobertura sobre o que de mais curioso/importante/pertinente acontece no mundo dos vídeo jogos. Com um texto preciso, humor na dose certa e profissionalismo ímpar (apesar de , até onde eu sei, ser um trabalho pessoal), vale muito a pena manter o GameReporter em seus favoritos e acompanha-lo diariamente. Clicando aqui você vai ver que o Dolemes saca o que tá fazendo. Não conheço o cara pessoalmente, mas o blog eu já acompanho a um bom tempo.

Também sobre a responsabilidade do Dolemes esta o GameOz . Como muitos games online eram publicados no outro blog, ele resolveu criar esse novo blog pra indicar JOGOS FLASH ONLINE GRÁTIS GRATUITOS (pega essa Google!). Então, se quer relaxar casualmente, entra aqui é joga!

Você conhece o Pablo Miyazawa? Não, ele não é parente do Hayao Miyazaki (fraquíssima!), ele é o atual editor da revista Rolling Stone Brasil, que também já trabalhou na EGM Brasil e Nintendo Power, entre outras. No blog dele, o Gamer.br , ele tem sempre uma matéria interessante sob a óptica de quem está do lado de dentro da imprenssa. Também tem entrevistas com quem faz alguma diferença no nosso surrado mercado e algumas promoções sazonais.

No Baú de Jogos você encontra análizes análises e fotos de milhares de jogos das mais variadas plataformas, com um robusto banco de dados e sistema de pesquisas onde fica quase impossível não achar os jogos que você quer, bastando apenas você indicar algumas características do jogo, nem que sejam as hilárias “a espada não quer mulher” , “burusera & hentai” ou “abominação“. As piadas e comentários são pesadas e sarcásticos, respectivamente, então esteja preparado.

Se eu tivesse que recomendar o melhor site sobre videogame do Brasil eu escolheria o FinalBoss, fácil. Lá a informação é boa, existe muita interatividade com os usuários e ainda tem o hilário fórum (que não se limita a videogame ) pra se distrair. Acostume-se com o povo de lá e veja por que eu recomendo. Ah, e como bônus, ao participar ativamente do site você ainda pode virar um MidBoss! (jabah blood jabah)

Essa foi a primeira de uma série de recomendações de sites/blogs, e é certeza que o assunto “games” voltará a pauta. Aguarde e confie.

EXTRAS:

#001:

A frase do dia foi retirada do Apelando:

“Como alguém com mais de 12 anos que não se vista de rosa constantemente se torna fã do Harry Potter?”

#002:

Estreiam ainda hoje as duas novas tirinhas regulares do blog: Warp Zona e Campo 100 . Prestigiem!

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julho 14, 2007 Posted by | Blogsfera do Dragão, Internet, Nerdcore, Reviews, Videogame | 6 Comentários

Review: Castlevania: Portrait of Ruin

Derrotando Drácula em Dose Dupla!

(texto e imagens originalmente postados no FinalBoss. Mas como o sistema de comentários lá zoou com o post, eu republico aqui no Espada.)

Atenção! Esse review possui certa incidência de SPOLIERS, revelações sobre a trama que podem diminuir a sua diversão caso ainda não o tenho terminado. Tenha isso em mente antes de prosseguir!

Desde 1986 um clã de valorosos combatentes do mal tem que se mobilizar a cada cem anos para expurgar o maligno Conde Drácula e seu castelo infestado de criaturas demoníacas de volta pro inferno. E após o jogo Simphony of the Night, no Playstation, restou para os portáteis da Nintendo a tarefa, muito bem executada, de reerguer o magnífico lugar assombrado e apresentar ao jogador os novos heróis que novamente o derrubarão… E, no segundo game da série pro DS, a diversão vem em dobro!

Castlevania: Portrait of Ruin, é o primeiro da série a apresentar dois personagens simultaneamente jogáveis. E é também o primeiro a ter oficialmente uma mulher lutando contra Drácula como protagonista, visto que, infelizmente, a segunda aventura do Game Boy foi retirada da cronologia oficial da série, aventura esta onde se jogava com a primeira representante feminina do clã Belmont, Sonia, que mais tarde teria retornado no não lançado Castlevania de Dreamcast. Curiosidades à parte, dessa vez você terá o prazer de jogar com a estudante de magia Charlote, descendente de Sypha Belnaldes, personagem jogável (porém secundária) de Castlevania: Dracula’s Curse, e com o caçador de vampiros Jonathan, usando os dois ao mesmo tempo ou um de cada vez, e trabalhando em equipe para vencer os desafios de Castlevania.

 

Ataque em dupla!

Quando eu digo vencer os desafios de Castlevania, me refiro ao ser que se tornou, pelo menos após a emblemática versão de Playstation, a estrela da série: Castlevania, o castelo de Conde Drácula (ou você não sabia disso?), que renasce a cada cem anos ou menos, em casos especiais, e que em cada encarnação é modificado e remodelado pelo mal, e novamente infestado por toda a sorte de aberrações e criaturas infernais, todas atraídas pela maldade de seu senhor, e também pela própria maldade impregnada em suas paredes.

Em todas as versões posteriores a SotN, o castelo traz alguma particularidade, que quase sempre ira aumentar a vida útil do jogo e, respeitados os pré-requisitos corretos, liberar um final mais satisfatório para o mesmo. Já passamos por castelos invertidos, dimensões paralelas, entre outros subterfúgios que tornavam Castlevania ainda maior do que parecia. Nesse jogo a coisa funciona um pouco diferente, sendo que a ampliação da área jogável do castelo se da através de quadros espalhados pelo mesmo: cada pintura funciona como uma dimensão paralela, com novos itens, inimigos, e até o seu próprio mapa e porcentagem. O que não impede o castelo principal de também ter os seus segredos…

No controle do time de heróis, você vai descobrir que a aparição súbita do castelo, a princípio, não é obra do famigerado vilão oficial da série, Drácula. Desta vez é o careca Brauner e suas duas filhas, Stella e Loretta, que vão aterrorizar a vida dos heróis. É Brauner o responsável pelas pinturas mágicas espalhadas pelo castelo, elas são como são por causa dos seus poderes, e ele as usa para tomar para si o controle de Castlevania… Mas não por muito tempo, pois a Morte, fiel braço-direito de Drácula (ligação essa explicada em Castlevania: Lament of Innocence, lembra?) também está espreitando nossos heróis enquanto eles buscam por respostas.

E, falando em nossos heróis, como se joga com os dois? Nada mais simples: aproveitando o que cada um tem de melhor, e trabalhando em equipe! Jonathan é a força bruta do time utilizando as melhores armas e armaduras, aprendendo as habilidades dos inimigos e poderosos ataques físicos, além de ser o único a poder empunhar o lendário Vampire Killer e matar Drácula… Por quê? A história explica! No outro extremo, temos o cérebro (e coxas!) da equipe, Charlotte, que ataca com livros mágicos e pode ser equipada com todo o tipo de vestidos, sapatos e penduricalhos femininos… Ela pode aprender as melhores magias dos inimigos, sejam elas de ataque ou de suporte, e é peça imprescindível na derrota do mal. Na maior parte do tempo você usará Jonathan pra bater e Charlotte como suporte. Enquanto os dois estão na tela, o personagem controlado pelo jogador perde HP quando atingido, ao passo que o outro perde MP, o que leva a pensar estrategicamente quando vale a pena ter os dois em ação, visto que, apesar do poder de fogo melhorar, o risco é maior. Grande parte dos puzzles do game também se baseia no trabalho em equipe dos protagonistas, seja empurrando juntos uma pedra, acionando um equipamento em unisosso ou com Charlotte usando uma magia especifica em Jonathan. Temos também os Team-Up Attacks, poderosas magias que consomem uma grande quantidade de MP e causam um tremendo estrago, sendo a última e mais divertida delas, “The Great Five”, uma divertida homenagem aos que já empunharam o Vampire Killer.

 

Dupla dinamica

E por falar em homenagem, parece que esse é o intuito desse jogo, o que pode chegar a incomodar os que anseiam por mais novidades. Poucos são os inimigos originais aqui, mas em compensação você se reencontrará com praticamente todo o bestiário dos games passados, em especial do SotN, Rondo of Blood e das aventuras de Soma Cruz pro GBA e DS. Até o último personagem secreto desbloqueado, the Old Axe Armor, é o mesmo de Castlevania: Rondo of Blood. A história também amarra pontos dos mais variados espalhados pela série, englobando desde os supracitados RoB , LoI e SotN até o injustiçado Castlevania: Bloodlines .Um prato cheio pra quem aprecia a história.

Os gráficos estão muito bonitos, com belos cenários que se diferenciam bastante do castelo principal no caso de entrar em alguma pintura, cada qual mantendo a sua ambientação, com uma solução visual de arte clara e precisa. Infelizmente a ilustração não retornou para Ayami Kojima, mantendo o estilo anime do jogo anterior, Curse of Darkness, em detrimento da bela arte puxada para o gótico que predominou por algum tempo após SotN. Fica uma ressalva para a reutilização massiva de sprites dos jogos passados. Muito poucas foram as mudanças, somente um ou dois inimigos novos e alguns em 3D.

O som da um show, como é costume na série, com ótimos efeitos sonoros e com uma composição musical que, apesar de estar longe de ser a mais competente da saga, não faz feio, encaixando bem com os ambientes. Os personagens têm algumas falas, nada de extraordinário. Fica aqui a dica para esse ou qualquer outro jogo de DS: um bom fone de ouvido aumentará e muito o seu prazer e experiência de jogo.

Vários extras estão aqui para aumentar a longevidade do jogo: Você poderá optar por jogar com Ritcher Belmont e a ainda criança Maria Renard, onde você terá menos recursos (nada de novas habilidades nem equipamentos) , porém terá a força bruta do velho herói. Ou ainda escolher jogar com as agora livres da maldição Stella e Loretta, em uma jogabilidade que faz um dos usos mais criativos da Stylus até hoje… Aviso que as duas são a apelação em pessoa e tem acesso garantido a todo o mapa, o que torna o jogo das duas uma espécie de Easy Mode. Ainda teremos o Boss Rush Mode, onde você enfrentará todos os chefes do jogo no menor tempo possível, e as Quests, uma inteligentíssima adição onde o personagem Wind ira lhe propor desafios em troca de itens/upgrades, sendo que , enquanto uns são facílimos, outros são de dar nó no chicote! E se você for muito paciente, poderá também habilitar a personagem Old Axe Armor, e terá uma jogabilidade ainda mais diferenciada, e sem parceiro pra ajudar.

Já que falei em parceiro, termino com uma das únicas ressalvas que faço ao game: a falta de um modo on line ou via wifi que permitisse que dois jogadores desfrutassem ao mesmo tempo do jogo, cada um com um personagem, quem sabe até com a possibilidade de cada um estar em um lugar diferente do mapa ao mesmo tempo, seria uma coisa fantástica! Infelizmente a rede da Nintendo foi desperdiçada num não tão útil modo de Shop, onde você pode por a venda itens que tenha de sobra. Ajuda a conseguir mais fácil completar o seu inventário, mas é desnecessário…

 

Castlevania rula as teta!

Castlevania: Portrait of Ruin é obrigatório para qualquer fã da série, bem para quem quer começar a se aprofundar em sua rica mitologia, visto o turbilhão de referências embutidas aqui. Mas se você simplesmente gosta de um bom jogo de plataforma lateral, este não vai te decepcionar. A satisfação de terminar “The Neck of Evil”, o espanto com o maravilhoso desenho e ambientação de “Nation of Fools” ou a surpresa do improvável ataque em dupla entre dois vilões clássicos já tornam esse Castlevania um dos mais bem resolvidas da série, mesmo que não seja elevado ao patamar de um Simphony of Night ou Dracula’s Curse.

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junho 29, 2007 Posted by | Matérias, Nerdcore, Reviews, Videogame | 2 Comentários